Terapia online em português para mulheres brasileiras que moram no Japão, com sessões no começo da noite japonesa — depois do turno, sem perder dia de trabalho.
A comunidade brasileira no Japão é uma das maiores do mundo e uma das mais antigas. Ainda assim, encontrar escuta psicológica em português continua difícil — e falar de sofrimento emocional, em um país onde esse assunto é cercado de silêncio, é mais difícil ainda.
Muitas mulheres chegaram ao Japão com um plano de poucos anos e construíram ali uma vida inteira. Outras nasceram no Brasil, são descendentes, e descobriram que descendência não é o mesmo que pertencimento.
Quem é descendente costuma carregar essa conta dupla: no Brasil era "a japonesa", no Japão é "a brasileira". A sensação de nunca ser inteiramente de lugar nenhum tem nome e tem escuta.
Vir por um tempo, juntar dinheiro, voltar. O adiamento se repete a cada ano e, quando a pessoa percebe, a vida inteira aconteceu num lugar onde ela nunca decidiu ficar de verdade.
Rotina de fábrica, escala pesada, corpo exigido. O esgotamento é tratado como normal, e o que é emocional acaba interpretado como preguiça ou falta de resistência.
A criança cresce na escola japonesa, responde em japonês, e a conversa com a mãe vai ficando mais curta a cada ano. É uma perda silenciosa e muito dolorosa.
Ter brasileiros por perto ajuda, mas também significa que todo mundo sabe da sua vida. Muitas mulheres evitam pedir ajuda com medo de virar assunto.
A cultura local trata saúde mental com muita reserva, e a barreira do idioma fecha o resto das portas. Muita gente atravessa anos sem nunca ter falado sobre o que sente.
Aqui a diferença é grande e vale ser transparente: o Japão está 12 horas à frente de Brasília, o ano inteiro. Isso significa que a minha manhã é a sua noite. A faixa que funciona bem é o começo da noite japonesa — e ela existe todos os dias.
| Horário no Japão | Horário de Brasília | Observação |
|---|---|---|
| Noite · 20h às 23h | 8h às 11h em Brasília | A melhor faixa: depois do turno, sem tirar folga |
| Manhã cedo · 6h às 8h | 18h às 20h em Brasília | Para quem trabalha no turno da tarde ou da noite |
| Madrugada · 0h às 5h | 12h às 17h em Brasília | Não trabalho nesse horário — descanso também é cuidado |
Nem o Brasil nem o Japão adotam horário de verão, então essa diferença de 12 horas vale o ano inteiro, sem mudança. Os horários acima são referência: a agenda é combinada caso a caso, conforme disponibilidade.
Você não precisa manter conta no Brasil. As três formas abaixo funcionam a partir do Japão, e a escolha é sua.
Os valores são cobrados em reais e combinados pelo WhatsApp antes do início do processo.
Sou Clarissa Furtuozo, psicóloga brasileira registrada no CRP-SP sob o número 06/200794. Atendo desde fevereiro de 2024 e já acompanhei mais de 140 mulheres, muitas delas vivendo fora do Brasil — em Portugal, Inglaterra, França, Estados Unidos, Canadá, Argentina e Martinica.
Minha base é a Terapia Cognitivo-Comportamental, com pós-graduação na abordagem, e trabalho também com recursos de Mindfulness e fundamentos da Logoterapia. O atendimento é realizado online, a partir do Brasil, seguindo a Resolução CFP nº 09/2024.
Sim. Atendo online, em português, mulheres brasileiras adultas que vivem no Japão — em Nagoia, Hamamatsu, Toyota, Gunma, Mie, Shizuoka, Tóquio ou qualquer outra cidade. O atendimento é por videochamada.
Dá, e o horário costuma ser bom. A minha manhã, das 8h às 11h no horário de Brasília, corresponde às 20h às 23h no Japão — ou seja, no começo da sua noite, depois do trabalho. Também consigo atender de manhã cedo no Japão, das 6h às 8h, que corresponde ao fim da minha tarde.
Não. A faixa noturna existe justamente para isso. Sessões de 50 minutos, depois do turno, de onde você estiver.
Muda o conteúdo, não o acolhimento. Questões de identidade e pertencimento aparecem muito no meu consultório com mulheres nikkei — a experiência de ser lida como estrangeira nos dois países tem efeitos reais sobre autoestima e sensação de lugar no mundo.
Aceito Wise, cartão e Pix. Os valores são cobrados em reais e os detalhes são combinados pelo WhatsApp antes do início do processo.
Não. Sou psicóloga inscrita no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP 06/200794) e atendo online a partir do Brasil, seguindo a Resolução CFP nº 09/2024.
Estar em outro país não precisa significar atravessar tudo sozinha. Se você sente que a ansiedade, a solidão, a saudade ou a insegurança têm pesado, a terapia pode ser um espaço para se escutar, se fortalecer e se reconectar com você mesma.
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A primeira sessão é um espaço para entender o que está acontecendo, no seu tempo. Não precisa saber explicar tudo antes de começar.
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