Psicoterapia online · Brasileiras no Japão

Psicóloga brasileira para quem vive no Japão

Terapia online em português para mulheres brasileiras que moram no Japão, com sessões no começo da noite japonesa — depois do turno, sem perder dia de trabalho.

A comunidade brasileira no Japão é uma das maiores do mundo e uma das mais antigas. Ainda assim, encontrar escuta psicológica em português continua difícil — e falar de sofrimento emocional, em um país onde esse assunto é cercado de silêncio, é mais difícil ainda.

✦ Atendimento 100% online ✦ Terapia em português ✦ CRP 06/200794
Quero conversar com a Clarissa
Clarissa Furtuozo, psicóloga brasileira que atende brasileiras no Japão online
O que eu escuto com frequência

O que costuma pesar em quem mora no Japão

Muitas mulheres chegaram ao Japão com um plano de poucos anos e construíram ali uma vida inteira. Outras nasceram no Brasil, são descendentes, e descobriram que descendência não é o mesmo que pertencimento.

Brasileira demais aqui, japonesa demais lá

Quem é descendente costuma carregar essa conta dupla: no Brasil era "a japonesa", no Japão é "a brasileira". A sensação de nunca ser inteiramente de lugar nenhum tem nome e tem escuta.

O plano de três anos que virou vinte

Vir por um tempo, juntar dinheiro, voltar. O adiamento se repete a cada ano e, quando a pessoa percebe, a vida inteira aconteceu num lugar onde ela nunca decidiu ficar de verdade.

Turno, hora extra e cansaço que não vira descanso

Rotina de fábrica, escala pesada, corpo exigido. O esgotamento é tratado como normal, e o que é emocional acaba interpretado como preguiça ou falta de resistência.

Filhos que já não falam português

A criança cresce na escola japonesa, responde em japonês, e a conversa com a mãe vai ficando mais curta a cada ano. É uma perda silenciosa e muito dolorosa.

A comunidade que acolhe e também vigia

Ter brasileiros por perto ajuda, mas também significa que todo mundo sabe da sua vida. Muitas mulheres evitam pedir ajuda com medo de virar assunto.

Sofrimento que não se fala

A cultura local trata saúde mental com muita reserva, e a barreira do idioma fecha o resto das portas. Muita gente atravessa anos sem nunca ter falado sobre o que sente.

Fuso horário

Horários possíveis entre o Japão e o Brasil

Aqui a diferença é grande e vale ser transparente: o Japão está 12 horas à frente de Brasília, o ano inteiro. Isso significa que a minha manhã é a sua noite. A faixa que funciona bem é o começo da noite japonesa — e ela existe todos os dias.

Horário no JapãoHorário de BrasíliaObservação
Noite · 20h às 23h8h às 11h em BrasíliaA melhor faixa: depois do turno, sem tirar folga
Manhã cedo · 6h às 8h18h às 20h em BrasíliaPara quem trabalha no turno da tarde ou da noite
Madrugada · 0h às 5h12h às 17h em BrasíliaNão trabalho nesse horário — descanso também é cuidado

Nem o Brasil nem o Japão adotam horário de verão, então essa diferença de 12 horas vale o ano inteiro, sem mudança. Os horários acima são referência: a agenda é combinada caso a caso, conforme disponibilidade.

Pagamento

Como pagar do Japão

Você não precisa manter conta no Brasil. As três formas abaixo funcionam a partir do Japão, e a escolha é sua.

WiseTransferência internacional com câmbio transparente
CartãoPagamento por cartão, inclusive de fora do Brasil
PixPara quem mantém conta brasileira ativa

Os valores são cobrados em reais e combinados pelo WhatsApp antes do início do processo.

Sobre a psicóloga

Quem vai te atender

Sou Clarissa Furtuozo, psicóloga brasileira registrada no CRP-SP sob o número 06/200794. Atendo desde fevereiro de 2024 e já acompanhei mais de 140 mulheres, muitas delas vivendo fora do Brasil — em Portugal, Inglaterra, França, Estados Unidos, Canadá, Argentina e Martinica.

Minha base é a Terapia Cognitivo-Comportamental, com pós-graduação na abordagem, e trabalho também com recursos de Mindfulness e fundamentos da Logoterapia. O atendimento é realizado online, a partir do Brasil, seguindo a Resolução CFP nº 09/2024.

Conhecer a Clarissa

Tire suas dúvidas

Perguntas de quem mora no Japão

Sim. Atendo online, em português, mulheres brasileiras adultas que vivem no Japão — em Nagoia, Hamamatsu, Toyota, Gunma, Mie, Shizuoka, Tóquio ou qualquer outra cidade. O atendimento é por videochamada.

Dá, e o horário costuma ser bom. A minha manhã, das 8h às 11h no horário de Brasília, corresponde às 20h às 23h no Japão — ou seja, no começo da sua noite, depois do trabalho. Também consigo atender de manhã cedo no Japão, das 6h às 8h, que corresponde ao fim da minha tarde.

Não. A faixa noturna existe justamente para isso. Sessões de 50 minutos, depois do turno, de onde você estiver.

Muda o conteúdo, não o acolhimento. Questões de identidade e pertencimento aparecem muito no meu consultório com mulheres nikkei — a experiência de ser lida como estrangeira nos dois países tem efeitos reais sobre autoestima e sensação de lugar no mundo.

Aceito Wise, cartão e Pix. Os valores são cobrados em reais e os detalhes são combinados pelo WhatsApp antes do início do processo.

Não. Sou psicóloga inscrita no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP 06/200794) e atendo online a partir do Brasil, seguindo a Resolução CFP nº 09/2024.

Para ler agora

Conteúdos que podem te ajudar hoje

Quando você estiver pronta

Você pode se cuidar mesmo estando longe de casa

Estar em outro país não precisa significar atravessar tudo sozinha. Se você sente que a ansiedade, a solidão, a saudade ou a insegurança têm pesado, a terapia pode ser um espaço para se escutar, se fortalecer e se reconectar com você mesma.

Quero conversar com a Clarissa
Falar com a Clarissa