Terapia online em português para mulheres brasileiras que moram na Itália, com sessões no começo da noite italiana e horários combinados conforme a sua rotina.
Pelo levantamento Brasileiros no Mundo, do Itamaraty, de 2023, são cerca de 160 mil brasileiros na Itália, concentrados em Milão e Roma. Muitos chegaram pela cidadania, com a sensação de estar voltando a um lugar que já era um pouco seu.
A Itália tem uma semelhança que acolhe no começo: a comida, o jeito de falar alto, a importância da família. Para algumas mulheres, essa proximidade facilita. Para outras, ela confunde, porque a diferença aparece quando menos se espera. O que vem a seguir são caminhos possíveis, e não um retrato da sua vida.
Documento na mão depois de anos de espera, e emprego, moradia e pertencimento ainda por resolver. Chegar ao fim de um processo longo e descobrir que ele era só o começo pode ser frustrante, e é um assunto que aparece com frequência entre brasileiras que moram fora.
Como muita coisa lembra o Brasil, a estranheza às vezes demora a ser reconhecida. Algumas mulheres contam que acham que já deveriam estar adaptadas e se cobram por não estar. Adaptação tem tempo próprio.
Comune, permesso di soggiorno, tessera sanitaria, codice fiscale. Fila, horário reduzido, informação diferente em cada guichê. É um desgaste que não aparece em lugar nenhum e que, somado, costuma pesar.
Diploma brasileiro nem sempre reconhecido, contrato temporário, salário que não acompanha o custo de vida. Para muitas mulheres qualificadas, isso mexe com a forma como se enxergam.
Para quem casou ou tem parentes aí, existe uma rede que ajuda e que também cobra presença e opinião. Pertencer e ter espaço próprio nem sempre chegam juntos, e esse equilíbrio costuma dar trabalho.
Você estudou italiano e chegou a uma cidade onde se fala rápido, com expressão regional e, em alguns lugares, dialeto. Entender a reunião e não entender a conversa do bar é mais comum do que parece.
A Itália está 4 horas à frente de Brasília no inverno europeu e 5 horas no verão europeu. O fim da minha tarde é o começo da sua noite, que é quando a maioria prefere.
| Horário na Itália | Horário de Brasília | Observação |
|---|---|---|
| Começo da noite · 18h às 21h | 14h às 17h em Brasília no inverno europeu, 13h às 16h no verão | A faixa mais procurada, depois do trabalho |
| Fim de tarde · 17h às 18h | 13h às 14h em Brasília no inverno europeu, 12h às 13h no verão | Para quem encerra o expediente mais cedo |
| Hora do almoço · 13h às 14h | 9h às 10h em Brasília no inverno europeu, 8h às 9h no verão | Para quem tem pausa longa |
Na Itália o relógio adianta uma hora entre o fim de março e o fim de outubro. O Brasil não tem horário de verão desde 2019, então nesse período a diferença passa de 4 para 5 horas. A coluna do meio já mostra as duas situações. A agenda é combinada caso a caso.
Você não precisa manter conta no Brasil. As três formas abaixo funcionam a partir da Itália, e a escolha é sua.
Os valores são cobrados em reais e combinados pelo WhatsApp antes do início do processo.
Sou Clarissa Furtuozo, psicóloga brasileira registrada no CRP-SP sob o número 06/200794. Atendo desde fevereiro de 2024 e já acompanhei centenas de mulheres, muitas delas vivendo fora do Brasil, em Portugal, Inglaterra, França, Estados Unidos, Canadá, Argentina e Martinica.
Minha base é a Terapia Cognitivo-Comportamental, com pós-graduação na abordagem e também em Inteligências Múltiplas e Mindfulness. Trabalho ainda com fundamentos da Logoterapia. O atendimento é realizado online, a partir do Brasil, seguindo a Resolução CFP nº 09/2024.
Sim. Atendo online, em português, mulheres brasileiras adultas que vivem na Itália, em Milão, Roma, Bolonha, Florença, Turim, Veneza ou qualquer outra cidade. O atendimento é por videochamada.
Para muitas pessoas, faz. Dá para resolver a vida inteira em italiano e ainda assim preferir a língua materna na hora de falar de família, de culpa e de medo. Falar sem traduzir pode mudar o que se consegue dizer. Ser atendida em italiano também é uma escolha legítima.
No atendimento, não. No conteúdo, costuma aparecer: a expectativa que o documento criou, o que veio depois dele, e a sensação de ser brasileira demais aqui e italiana demais quando volta ao Brasil.
Costuma dar. O fim da minha tarde, das 14h às 17h em Brasília, corresponde às 18h às 21h na Itália durante o inverno europeu. No verão europeu, essa mesma faixa aí corresponde às 13h às 16h em Brasília.
Você pode pagar pelo Wise, fazendo uma transferência normal em euros no seu banco, e o valor chega aqui em reais. Também aceito cartão e Pix, para quem mantém conta brasileira. Os detalhes são combinados pelo WhatsApp antes de começar.
Não precisa ser muito diferente para ser difícil. Se a vida na Itália tem pesado de um jeito que você não consegue explicar, podemos conversar sobre isso.
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A primeira sessão é um espaço para entender o que está acontecendo, no seu tempo. Não precisa saber explicar tudo antes de começar.
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