Terapia online em português para mulheres brasileiras que moram na Suíça, com sessões no começo da noite suíça e horários combinados conforme a sua rotina.
Pelo levantamento Brasileiros no Mundo, do Itamaraty, de 2023, são cerca de 64 mil brasileiros na Suíça, a maior parte nas regiões de Zurique e de Genebra. É um país com boa infraestrutura, e nem por isso a adaptação acontece sozinha.
Morar em um lugar que de fora parece perfeito pode criar uma dificuldade específica: quando a vida ao redor é organizada e segura, algumas mulheres contam que fica mais custoso admitir que por dentro não está. As situações a seguir podem fazer parte dessa adaptação, e nem todas serão a sua.
Salário mais alto, rua limpa, montanha na janela. Muitas mulheres contam que temem soar mal-agradecidas e por isso preferem calar. Esse receio é compreensível, e também é o que faz tanta gente atravessar anos sem falar do que sente.
Aluguel, seguro, transporte e creche consomem boa parte do que entra. A conta surpreende quem imaginava folga, e a frustração costuma vir acompanhada da sensação de que não se pode reclamar disso.
Vizinho que não puxa conversa, regras de silêncio, convites que demoram. Algumas mulheres gostam dessa reserva, outras sentem falta da porta aberta a que estavam acostumadas. As duas reações cabem, e a sua merece ser escutada.
Você estudou alemão e encontrou o alemão suíço, que funciona de outro jeito. Ou foi para a parte francesa e percebeu que o francês da escola não dava conta. A língua local, aqui, é mais de uma, e isso pega muita gente de surpresa.
Muitas chegaram junto com uma transferência. Quando permissão de residência, casa e círculo social vêm atrelados a ele, construir vida própria é possível e costuma pedir um espaço para pensar a respeito.
Diploma que não é reconhecido de imediato, idioma exigido em nível alto, mercado seletivo. Trabalhar abaixo da própria formação pode mexer com a autoestima, e esse é um assunto que aparece bastante.
A Suíça está 4 horas à frente de Brasília no inverno europeu e 5 horas no verão europeu. O fim da minha tarde corresponde ao começo da sua noite, e é a faixa mais usada.
| Horário na Suíça | Horário de Brasília | Observação |
|---|---|---|
| Começo da noite · 18h às 21h | 14h às 17h em Brasília no inverno europeu, 13h às 16h no verão | A faixa mais procurada, depois do trabalho |
| Fim de tarde · 17h às 18h | 13h às 14h em Brasília no inverno europeu, 12h às 13h no verão | Para quem encerra o expediente mais cedo |
| Hora do almoço · 12h às 14h | 8h às 10h em Brasília no inverno europeu, 7h às 9h no verão | Para quem tem pausa longa |
Na Suíça o relógio adianta uma hora entre o fim de março e o fim de outubro. O Brasil não tem horário de verão desde 2019, então nesse período a diferença passa de 4 para 5 horas. A coluna do meio já mostra as duas situações. A agenda é combinada caso a caso.
Você não precisa manter conta no Brasil. As três formas abaixo funcionam a partir da Suíça, e a escolha é sua.
Os valores são cobrados em reais e combinados pelo WhatsApp antes do início do processo.
Sou Clarissa Furtuozo, psicóloga brasileira registrada no CRP-SP sob o número 06/200794. Atendo desde fevereiro de 2024 e já acompanhei centenas de mulheres, muitas delas vivendo fora do Brasil, em Portugal, Inglaterra, França, Estados Unidos, Canadá, Argentina e Martinica.
Minha base é a Terapia Cognitivo-Comportamental, com pós-graduação na abordagem e também em Inteligências Múltiplas e Mindfulness. Trabalho ainda com fundamentos da Logoterapia. O atendimento é realizado online, a partir do Brasil, seguindo a Resolução CFP nº 09/2024.
Sim. Atendo online, em português, mulheres brasileiras adultas que vivem na Suíça, em Zurique, Genebra, Basileia, Lausanne, Berna, Lugano ou qualquer outra cidade. O atendimento é por videochamada.
Para muitas mulheres, sim. Falar de infância, de culpa e de medo na própria língua costuma trazer mais conforto e dispensa traduzir enquanto se sente. Também dispensa explicar o contexto brasileiro antes de chegar ao assunto. Ainda assim, ser atendida por alguém daí é uma escolha igualmente legítima.
Pouco. São 4 horas no inverno europeu e 5 no verão. O fim da minha tarde, das 14h às 17h em Brasília, corresponde às 18h às 21h aí durante o inverno europeu. No verão europeu, essa mesma faixa corresponde às 13h às 16h em Brasília.
Você pode pagar pelo Wise, fazendo uma transferência normal em francos no seu banco, e o valor chega aqui em reais. Também aceito cartão e Pix, para quem mantém conta brasileira. Os detalhes são combinados pelo WhatsApp antes de começar.
O seguro obrigatório cobre psicoterapia feita por profissionais reconhecidos na Suíça, o que não é o meu caso: eu atendo a partir do Brasil, com registro no conselho brasileiro. Vale conferir com o seu seguro complementar, porque as regras variam bastante.
Um desconforto que você não consegue explicar nem para si mesma não precisa de justificativa para ser escutado. Podemos conversar sobre o que você procura e ver os horários disponíveis.
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A primeira sessão é um espaço para entender o que está acontecendo, no seu tempo. Não precisa saber explicar tudo antes de começar.
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